Benefícios: Fibrina rica em plaquetas (PRF)

Fibrina rica em plaquetas (PRF) é um biomaterial autólogo, que contém, incorporado em uma matriz de fibrina, leucócitos, plaquetas e fatores de crescimento, os quais são colhidos a partir de um de uma simples amostra de sangue.

Como o PRF atua?

É exatamente esse microambiente formado pela fibrina com citocinas cicatrizantes, vasocondutoras e imunológicas provenientes das plaquetas e dos leucócitos que se encontram as propriedades do PRF.

O PRF vai atuar em quatro fases fundamentais no processo de reparação: angiogênese, controle imunológico, liberação de fatores de crescimento e recrutamento de células mensequimais indiferenciadas, além de servir como cobertura e arcabouço para migração epitelial. Os resultados clínicos mostram que o PRF realmente favorece os processos de reparação e sinalização e, portanto, pode ser considerado como um biomaterial de cura.

Há variações de PRF?

Sim, atualmente podemos fazer nos consultórios o L-PRF (Fibrina Rica em Plaquetas e Leucócitos), o i-PRF (injectable PRF) e o A-PRF (advanced PRF). Nos consultórios os que mais são requisitados são o L-PRF e o i-PRF. O L-PRF, na sua forma de membrana e plug, é rico em leucócitos e é o mais comum nos consultórios, pois seus benefícios são muito bem conhecidos na literatura já que vem sendo utilizado a mais tempo, por volta de 2006. O i-PRF tem ganhado espaço nos consultórios, pois seu uso com material particulado de enxertia cria um produto denominado stick bone que facilita o manejo do dentista e além disso, reveste as partículas do enxerto com material autógeno o que cria um microambiente favorável a regeneração.

Qual a dificuldade de se fazer o PRF no consultório?

Comparado a técnicas que já foram utilizadas na odontologia, como o plasma rico em plaquetas (PRP), o PRF é mais simples e mais seguro, já que não é utilizado anticoagulante e trombina bovina. Uma vez que a qualidade do PRF está diretamente relacionada com a qualidade da coleta e centrifugação, fazer a coleta eficiente do sangue no consultório e dividir a atenção da cirurgia com a preparação rápida da membrana, ainda são fatores que deixam os profissionais inseguros em utilizar a técnica e sãos os principais fatores que privam o dentista de usar e os pacientes de obterem os benefícios.

Fonte: Juliana Magro Ribeiro

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